Estudo revela que aulas tradicionais são ineficientes

Atualmente estamos em uma realidade que os alunos têm uma alta informação na palma de suas mãos, como estimular eles a usarem essa ferramenta.

Eles perdem o interesse com coisas que repetem ou não o fazem interagir.

A atual metodologia de ensino precisa ser repensada, propondo uma interação maior dos alunos entre si e com o próprio professor, além de ser criativo para despertar a atenção dos alunos.

 

De acordo com uma série de estudos realizados por pesquisadores norte-americanos e publicados pela Proceedings of the National Academy of Sciences, estudantes submetidos a aulas tradicionais, em formato de palestras, são mais propensos à reprovação do que alunos em contato com métodos de aprendizado estimulantes, que os transformam em participantes ativos, não apenas ouvintes. Esses métodos inovadores, segundo as pesquisas, reduziriam as taxas de reprovação e impulsionariam as notas em cerca de 6%.

“As aulas tradicionais têm sido a forma predominante de ensino desde 1050”, observa um dos cientistas responsáveis pelos estudos e biólogo Scott Freeman, da Universidade de Washington. Freeman começou a usar novos métodos em suas turmas e, embora utilize slides de Power Point, propõe apenas perguntas e interage com os alunos em busca das respostas. “Meu curso de biologia introdutório ganhou 700 alunos”, comemora.

 

Um estudo desenvolvido pela pesquisadora Rosalind Picard, do MIT (veja o gráfico abaixo), mostra que a atividade cerebral observada quando um jovem assiste a uma aula tradicional é praticamente nula e se assemelha à atividade cerebral gerada ao ver televisão – até mesmo quando ele está dormindo a atividade é maior!

 

Veja o grafico:
http://www.mundomaker.cc/blog-posts/2017/2/22/estudo-revela-que-aulas-tradicionais-so-ineficientes-entenda

2017-06-20T15:22:57+00:00

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